Parto Natural – vantagens para mãe e bebé

178706_R_K_by_IchsSelbst-_pixelio.deAs mulheres que escolhem o parto natural estão prontas para aceitar a dor e o desconforto que vêm com ele. A opção pelo parto geralmente ocorre por vontade de experimentar o nascimento activamente e participar de cada fase do parto sem medicação para tirar as dores. O número de mulheres que escolhem este tipo de parto está diminuindo a cada vez mais. Frequentemente o motivo é o medo das dores e a vontade de passar logo de uma vez por isso.

O parto natural traz porém várias vantagens para a mulher e deve ser levado em consideração na escolha do tipo do parto. Uma das vantagens é a possibilidade que a mulher tem de se movimentar e de escolher a posição que mais lhe é confortável. Assim ela também tem toda liberdade de optar se quer meditar, tomar um duche quente ou qualquer outra vontade momentânea. Através deste controlo efectuado pela mulher durante o parto, diminui a necessidade de algumas intervenções médicas, como a monitorização fetal ou mesmo a cesariana.

Outra vantagem é para o bebé. Pois se a mulher opta pelo parto natural, então não corre risco de o bebé ser afectado de forma negativa pelos medicamentos para aliviar a dor. Notou-se que os bebés que nascem de parto natural são mais activos e estão mais alertas. Já estão prontos para mamar, estabelecem contacto visual e iniciam a relação afectiva com a mãe. Os bebés que nascem sujeitos a medicação estão sonolentos e inactivos.

A mulher que escolhe o parto natural deve se preparar psicológica e fisicamente com antecedência. Nem todas as mulheres podem porém recorrer a este tipo de parto, pois podem não ter tido uma gravidez saudável. Também há casos em que o bebé não tem condições para nascer naturalmente.

Estudos comprovaram que a dor do parto se deve a um reflexo cerebral condicionado. Isso significa que a mulher aprendeu desde a infância que o parto necessariamente tem que doer. Esta crença gravou no seu córtex cerebral um forte reflexo condicionado negativo. Este faz com que o estímulo nervoso do parto no cérebro produza a dor sem tentar encontrar uma forma de reagir contra. Para contornar esta situação a mulher deverá, racionalmente, substituir o reflexo negativo por outro positivo. Assim ela participará activamente no parto, sabendo no que consiste e de que modo pode contribuir para facilitá-lo.

Uma grande ajuda no parto pode ser o apoio do parceiro ou de outra pessoa de confiança. Também a preparação física que a mulher pode ir adquirindo ao longo da gravidez, através da frequência de aulas de exercícios especiais, aprendendo técnicas de respiração e de relaxamento, pode ajudar a facilitar o parto natural. O parto na água pode ser muito útil, pois actua, na última fase da dilatação como um analgésico. A água acelera a dilatação e ao mesmo tempo diminui a intensidade das contracções. Também existem a hipnoterapia, a aromaterapia, a homeopatia, a acupunctura, o etonox e o esen, que ajudam a suportar a dor sem qualquer tipo de medicação.

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